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O inesquecível Ayrton Senna – Parte 1

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Por Que Ainda Hoje Ayrton Senna É Tão Inesquecível? Confira Detalhes Inéditos Sobre Sua História!

 

Todo brasileiro já escutou, pelo menos uma vez na vida, o nome de Ayrton Senna. Ele é um grande ícone do automobilismo e um dos pilotos mais populares e amados do Brasil. Mesmo depois de 20 anos de sua trágica morte, ele ainda está entre os mais influentes e bem-sucedidos pilotos de Fórmula Um da era moderna, e é considerado um dos maiores pilotos da história do esporte.

Muitos ainda escutam o hino brasileiro e se lembram das inesquecíveis manhãs de domingo em que Senna fazia o Brasil inteiro se emocionar nos circuitos espalhados pelo mundo à bordo de um carro de F1. Ayrton Senna teve uma vida curta, porém marcante. A imagem das vitórias de Senna, principalmente levando a Bandeira de seu país, marcou uma geração de brasileiros e o consagrou como um dos maiores pilotos da Fórmula 1 de todos os tempos. Confira nos próximos slides alguns fatores, além do esporte, que fazem dele um ídolo inesquecível, além de curiosidades dele que você certamente não sabia!

 

Ayrton

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Ayrton Senna da Silva nasceu na capital do estado de São Paulo, em 1960. Foi criado na Zona Norte, na Serra da Cantareira, onde dividia o quarto com seu irmão Leonardo. Era dali que ia para o colégio e para o autódromo, cruzando toda a cidade de São Paulo para correr de kart, em Interlagos. Viagens que, na maioria das vezes, eram feitas com ele dirigindo o carro para chegar mais rápido. Um dos motoristas contratados para levá-lo não ficou muito tempo no emprego: “Por que vou continuar motorista se o garoto é quem dirige?”

 

Beco

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Senna ganhou seu primeiro veículo aos 4 anos de idade: um mini kart feito pelo seu pai, um entusiasta das competições automobilísticas, com motor de cortador de grama, no melhor estilo “Faça Você Mesmo”. Seu apelido na infância era Beco, mas ele queria ser chamado de “Becão”. O apelido é uma abreviação de Caneco, pois na infância sua prima Lilian não conseguia pronunciar Caneco. Esse apelido pegou mesmo, já que a família, os amigos, e até sua ex-namorada XUXA, só o chamavam assim.

 

Popular

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Prestes a completar 6 anos, Senna pediu sua mãe uma grande festa, já que tinha se comportado muito bem naquele ano. Ao ser questionado pela mãe sobre a enorme quantidade de crianças que compareceram em sua festa, o menino respondeu que não conhecia a maioria delas, que apenas foi andando pela rua, tocando a campainha e convidando as crianças que moravam lá para o seu aniversário. Desde moleque nosso herói já era popular!

 

Go Go Senna

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laro que, quando garoto, seu desenho animado favorito na TV era o japonês Speed Racer, um mangá da década de 1960 sobre um jovem piloto de corridas que tinha família bem estruturada, namorada, amigos e estava sempre fazendo o bem. Esse desenho era contagiante e todo mundo queria ser piloto depois de assistir! Fez muito sucesso no Brasil e deu origem a um filme em 2008. Talvez os fãs associassem o herói das pistas ao herói das telas, ao enfrentar “inimigos” e desafios para acabar vencendo as corridas. Foi redublado já no século XXI, mas os fãs não gostaram muito… Se Ayrton estivesse vivo, com certeza assistiria ao filme na pré-estreia!

 

Relacionamentos

Ayrton Senna da Silva (BRA) with his wife Liliane. Senna claimed his first single seater race victory. Townsend Thoresen Formula Ford 1600 Championship, Brands Hatch, England, 15 March 1981.

Na vida afetiva, Ayrton Senna – sempre muito focado em sua carreira – teve somente cinco namoros que temos conhecimento: Lílian de Vasconcellos Souza, Adriane Yamin, Xuxa Meneghel, Cristine Ferraciu e Adriane GalisteuEle mantinha sua vida pessoal afastada da vida do ídolo da F1 o máximo que podia. Casou-se oficialmente com Lílian em fevereiro de 1981. Após o casamento, Lílian passou a assinar Lílian Senna da Silva. Passaram a lua-de-mel em Chicago, na casa de Fábio Machado, primo de Senna, e chegaram a viver juntos em uma casa em Londres, na época em que o piloto competia pela Fórmula Ford 1.600, mas a união durou apenas oito meses.

 

Adriane

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Após o divórcio com Lílian, Senna assumiu seu caso com Adriane Yamin, à época uma adolescente de quinze anos, herdeira da empresa Duchas Corona. O relacionamento foi bastante comentado, pelo fato de a menina ser menor de idade e bem mais jovem que o piloto, que foi o primeiro namorado dela. O relacionamento durou até o final de 1988. “As mulheres assediavam o Ayrton como se ele estivesse sozinho e descomprometido”, desabafou ela, que guardou com carinho cartas de amor escritas pelo piloto. Nada de e-mail! A Internet ainda não bombava nessa época!

 

Cristiane

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Entre 1990 e 1991, já campeão mundial de F1, Senna teve um relacionamento com a carioca Cristine Ferracciu. Típica jovem da elite carioca, era neta de italianos. Passeava com a amiga gaúcha Andreia por um Shopping, num final de tarde do verão de 1985, quando em uma loja começou um grande alvoroço. Era Ayrton Senna, acompanhado do amigo Júnior, fazendo compras. A amiga de Cristiane se apresentou e ainda deu forças para que os dois saíssem para jantar. Acabou dando certo e o relacionamento durou dois anos. A falta de apego de Senna a suas namoradas rendeu fofocas de que ele tinha pouco interesse pelo sexo oposto, o que deu armas e munição para Nelson Piquet nas suas provocações!

 

Sempre Rápido

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Ayrton também teve rápidos casos com diversas mulheres, especialmente modelos, como Patrícia MachadoVanusa Sppindler e Marcella Praddo (Edilaine de Barros Gonçalves), que engravidou, mas Senna disse que não assumiria o bebê, por desconfiar da paternidade. A jovem entrou na justiça para provar a paternidade da filha, Vitória, mas comprovou-se, através de exame DNA, que Senna não era o pai da criança. Acelerado mesmo o Ayrton!

 

Xuxa

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Um dos romances que mais interessou e caiu no gosto dos brasileiros foi o de Ayrton Senna e Xuxa Meneghel. Os dois eram ídolos, famosos, ricos, bem sucedidos, o que faltava??? Todo mundo queria ser como eles! Dizem que foi apenas uma jogada de marketing, mas Senna apaixonou-se ao ponto de parecer que mais nada, mesmo a carreira, interessava. Era só Xuxa que ele via. Era ainda a época de sonho, após a conquista do 1º título em Suzuka. Cada minuto livre que tinha, voava para o Rio, para estar com ela. A ex-mulher Lilian de Vasconcellos confessou já depois da morte de Senna: “Da Xuxa ele gostou mesmo!”

 

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Brasil, São Paulo, SP. Ayrton Senna e Xuxa no Autódromo de Interlagos. Pasta:28.602 - Crédito:ARQUIVO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Codigo imagem:1965

O casal não era visto em público, nem mesmo para jantar. Tudo recatado, por conta das figuras públicas que eram, mas Ayrton passava muito tempo nos bastidores da TV, acompanhando-a no seu trabalho. O relacionamento ao longo da temporada de 89, perturbou o piloto. Pela primeira vez, viu-se no paddock um homem afetado na sua relação amorosa. Era uma relação em tensão permanente. Emoção à flor da pele. E a empresária de Xuxa não ajudava em nada. Senna não estava feliz. Ayrton culpou mais tarde a empresária de Xuxa pelo fim da relação. A namorada não controlava a própria imagem, como o campeão controlava a dele. Até ao dia em que voou para Nova Iorque para encontrá-la e ao chegar ao apartamento, Xuxa não lhe abriu a porta. Xuxa se arrependeu depois e…

 

Adriane

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Ayrton iniciou um namoro com Adriane Galisteu após o GP Brasil de 1993. O piloto chegou a declarar que finalmente havia encontrado a mulher ideal. Hoje, a irmã Viviane diz que foi a época mais feliz da vida afetiva do irmão. O relacionamento durou até a morte do piloto. Sua família era contra o romance, e seu pai fez de tudo pela separação do casal, acusando Adriane de ser golpista. Este assunto gerou muita polêmica na época. A mídia adorou!

 

Galisteu

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Adriane desistiu de gravar um spot publicitário para ir a Angra a convite de Senna, para um churrasco, e… começou o namoro! Contam os amigos que o relacionamento de Ayrton com Galisteu foi a sua emancipação afetiva, em relação à família. Senna cresceu alí. Quando Senna estava pra baixo, ela estava lá alegre. Ela era o seu lado feliz, contava Senna. Adriane não reclamava de nada. Respeitava totalmente o que Ayrton queria e ficava à sua disposição. Quem acompanhou de perto diz que Senna se comportou diferente desde o início. Porque se sentia bem. Adriane foi uma aliada importante no trabalho com Ayrton, pois diziam que o namoro dos dois era leve. Ele já era tricampeão, mas faltava melhorar a sua condição psicológica. Em Abril de 1994, 48 horas da morte de Senna em Imola, a Revista Caras fez a icônica capa com Senna e Galisteu em Angra dos Reis.

 

Gente Como A Gente

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Não apenas de velocidade vivia Ayrton Senna, que era uma pessoa comum, que vivia rodeado pela família, amigos e que tinha muitas outras atividades fora do automobilismo. Depois de cumprir os compromissos com equipe, imprensa, patrocinadores e fãs, saía o mais rápido que podia dos autódromos e voava para São Paulo, onde então se transformava no competente empresário que cuidava dos negócios com a dedicação e a preocupação vistas na Fórmula 1. Foi ele mesmo quem idealizou as marcas Senna, só pra você ter uma ideia!

 

Religioso

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Ayrton Senna era devoto do cristianismo e costumava ler a Bíblia durante os voos que fazia. No documentário sobre sua carreira de piloto, sua irmã revelou que pouco antes de sua morte, ele abriu a Bíblia em uma página: Naquela manhã quando ele acordou, pediu a Deus para falar com ele. Abriu a Bíblia e leu um texto que falava que Deus ia dar para ele o maior presente de todos os presentes. Que era Ele mesmo“. A religiosidade do piloto era conhecida por todos. Ele tinha o hábito de rezar antes das corridas e de agradecer com alguma prece sempre que sobrevivia a elas. Portanto, não é o caso de questionar a veracidade de seus sentimentos. Quando disse que sentiu a presença de Deus, Senna falou sério e é possível ver isso em seu olhar.

 

Falando Com Deus

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Eu tive o privilégio de ter essa experiência. No mundo em que a gente vive, para sentir, tem que ser a realidade. Isso aconteceu no Grande Prêmio do Japão. Na última volta da corrida, a volta que finalmente me daria a vitória do campeonato, eu comecei a agradecer e agradecer – porque nem eu mesmo conseguia acreditar que eu ia vencer finalmente o campeonato”, disse Ayrton durante um especial de fim de ano do Roberto Carlos. “Eu senti a presença d’Ele, eu visualizei, eu vi. Foi uma coisa especial na minha vida, foi uma sensação enorme. É uma coisa que eu tenho gravada na minha memória e tenho como parte de mim. É um privilégio que eu tive, que pouca gente tem ou teve. Eu prezo muito isso”, acrescentou.

 

Essa é a primeira parte desse especial com o nosso eterno ídolo Ayrton Senna da Silva. Em breve traremos pra você a continuação.

 

 

 

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